quarta-feira, 12 de abril de 2017

Deodato é eleito presidente do PT Fortaleza


#DivulgueAVerdade

Apuração dá vitória a Deodato Ramalho na presidência do PT Fortaleza

Membros da Comissão Eleitoral Municipal, anunciaram na tarde de hoje, 12/4, a vitória do candidato Deodato Ramalho, presidente do PT Fortaleza. A decisão foi tomada por 5 votos a 3, com a não contabilização dos votos das zonais 83 e 114 devido a ausência de atas. No domingo, foram apresentadas denúncias de irregularidades no processo, com interferência de agentes ligados à prefeitura no processo. Desta forma confirmou-se vitória a Deodato Ramalho, com 1.340 votos, contra 1.163 votos de Acrisio Sena. O resultado segue agora o trâmite para conhecimento interno das instâncias partidárias e de toda sociedade.

Deodato, portanto, é proclamado o novo presidente do PT Fortaleza.


Blog Deodato É Outros 500

quinta-feira, 30 de março de 2017

#PED2017 Chapas lançam Deodato 500 candidato a presidente do PT Fortaleza



A tendência Articulação de Esquerda no Ceará, em conjunto com outras forças, está participando do processo eleitoral do 6° Congresso Nacional do PT compondo a chapa Unidade Para Reconstrução Socialista460 para delegação ao Congresso Estadual e 660 para o Diretório Municipal do PT em Fortaleza. A chapa também é formada por militantes ligados à Casa Vermelha, O Trabalho e Resistência Socialista, além do Núcleo 13 e independentes.

A eleição aberta a filiados/as aptos/as, vai acontecer no domingo, 9 de abril, das 9h às 17h. Consulte os locais de votação, de acordo com a zona eleitoral inscrita no partido. O companheiro Deodato Ramalho é candidato à presidente do PT Fortaleza, n° 500 com apoio das forças da esquerda partidária. Acesse o Blog Deodato é outros 500 http://deodato500.blogspot.com.br/ conheça as 13 propostas e participe da campanha.

Deodato conta também com o apoio do vereador Guilherme Sampaio, da deputada federal Luizianne Lins, do deputado estadual Elmano de Freitas e de inúmeras outras lideranças comunitárias e de movimentos sociais na capital do estado.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Tese ao 6º Congresso do PT: A Esperança É Vermelha – Brasil Urgente, Lula presidente!!!


Esta é a tese apresentada pela tendência petista Articulação de Esquerda ao 6º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores.

A inauguração popular da transposição do rio São Francisco, o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação contra o fim da aposentadoria e o Dia Internacional da Mulher são os exemplos mais recentes a confirmar qual é o nosso caminho: a mobilização da classe trabalhadora brasileira em defesa dos direitos ameaçados pelo golpismo, a luta pelo Fora Temer e por Diretas Já, a conquista de um novo governo encabeçado pelo presidente Lula, acumulando forças para um Brasil democrático-popular e socialista.

Não é um caminho fácil. O Brasil vive uma profunda crise econômica, social e política. A principal causa desta crise é a ação das forças golpistas, que desde 2011 até hoje implementam uma ofensiva contra Dilma e Lula, contra o PT e o conjunto da esquerda política e social, contra os avanços ocorridos no país a partir de 2003, contra os dispositivos sociais da Constituição de 1988, contra a Petrobrás e contra a Consolidação das Leis do Trabalho, contra os direitos do povo, contra as liberdades democráticas, contra a soberania nacional, contra a integração regional e contra nossa participação nos BRICS.

terça-feira, 28 de março de 2017

31 de março: Mobilização rumo à GREVE GERAL


Contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, a CUT e demais centrais sindicais anunciaram um conjunto de ações para o próximo dia 31 de março. Em Fortaleza, o protesto do “Dia Nacional de Mobilização” vai acontecer a partir das 15h, na Praça da Bandeira, e servirá para organizar a classe trabalhadora para a greve geral, que vai ocorrer em abril.

A CUT e as demais centrais sindicais, reunidas na tarde desta segunda-feira (27), em São Paulo, decidiram convocar unitariamente um processo de mobilização nacional de preparação da greve geral contra a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista, a Terceirização e por nenhum direito a menos.

Na próxima sexta-feira (31/03) acontece o primeiro "esquenta" nesse calendário de lutas, que prossegue durante todo o mês de abril. Durante esse período, os sindicatos realizarão assembleias, reuniões, plenárias e manifestações nas empresas, portas de fábricas e locais de trabalho rumo à construção nacional da Greve Geral.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Mais de um milhão em protestos nas ruas


Greves contra o desmonte da previdência se espalham pelo país

Um milhão de pessoas participaram das manifestações e paralisações em todo o Brasil contra a reforma da previdência e trabalhista propostas pelo governo de Michel Temer.

As manifestações adquiram nova feição e diferente das mobilizações contrárias ao golpe, contou com a unidade das centrais sindicais e adesão de diversas categorias de trabalhadores nos quatro cantos do Brasil.

A hastag #GreveGeral ficou durante todo o período da manhã como a palavra mais comentada no Twitter e em outras redes sociais e demonstrou a força das paralisações e mobilizações de hoje, contra a reforma da previdência e trabalhista enviado pelo governo de Michel Temer para o Congresso Federal.

Em Fortaleza, mais de 30 mil pessoas saíram em marcha da Praça Clóvis Beviláqua, em frente à Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, e percorreu as principais ruas do centro em direção à sede do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). A gigantesca manifestação ocupou aproximadamente oito quarteirões ao redor do prédio, envolto no abraço simbólico das categorias e populares que aderiram ao protesto.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Resolução: A conjuntura e o 6º congresso do PT

1. A direção nacional da tendência petista Articulação de Esquerda, reunida no dia 11 de março de 2017, realizou um debate sobre a conjuntura internacional e nacional, bem como sobre o 6º Congresso do Partido dos Trabalhadores, aprovando a seguinte resolução.

Internacional

2. A crise internacional de 2008 abriu um novo período, caracterizado pelo agravamento da luta de classes em cada país, bem como pelo acirramento do conflito entre Estados.

3. O golpismo no Brasil e a ascensão da direita em outros países da América Latina devem ser compreendidos neste contexto. Por isto, a elaboração da estratégia do PT deve levar em conta as principais características do cenário internacional: as crises, as guerras e a instabilidade generalizada.

4. Em 2008, a crise econômica teve como epicentro os Estados Unidos. Hoje, a crise política mundial também tem seu epicentro lá. A presidência de Donald Trump é um símbolo dos tempos em que vivemos no cenário internacional, que possui semelhanças inquietantes com o que ocorreu na crise dos anos 1930 e período entre guerras (1914-1945).

5. As forças que causam a crise e que se beneficiam dela são as mesmas que dominam o poder político, econômico, militar e ideológico nos Estados Unidos. É por isto que as ações práticas do governo dos EUA ampliam a crise. A dinâmica da crise mundial é mais poderosa e tende a empurrá-los em direção à guerra.

terça-feira, 14 de março de 2017

CUT convoca mobilização neste dia 15 de março contra desmonte da previdência


A Central Única dos Trabalhadores, em carta circular, convoca sindicatos para mobilizações do Dia Nacional de Paralisação, em 15 de março

São Paulo, 13 de março de 2017

Às
Estaduais da CUT, Confederações, Federações Nacionais e sindicatos filiados

Companheiros/as

Dia 15 é dia de luta e neste Dia Nacional de Paralisação, cruzaremos os braços e sairemos à rua para dizer aos golpistas e à sociedade brasileira porque não aceitamos que  direitos fundamentais da classe trabalhadora, conquistados por décadas de lutas, sejam destruídos. Neste dia, trabalhadores e trabalhadoras do campo de da cidade, dirão porquê não aceitam as  reformas da previdência e trabalhista, nem os projetos de terceirização em tramitação no Congresso Nacional, que  rasgam a CLT e a Constituição.

A CUT orienta suas bases para colocar essas questões no centro das denúncias que faremos em todo o país no próximo  dia 15. Não aceitaremos mudanças na legislação que vão transformar o atual contrato de trabalho em "contrato de bico", inseguro, intermitente, precário e mal remunerado. Não aceitaremos a terceirização da atividade fim que, além de rebaixar salários e piorar as condições de trabalho, dificultará a representação dos/as trabalhadores/as pelos sindicatos. Repudiamos, da mesma forma, a criação de representação dos trabalhadores  no local do trabalho, comandada pelos patrões e sem qualquer  influência do sindicato,  para negociar direitos, trocando direitos consagrados em lei por acordos espúrios.

As bases da CUT devem paralisar o trabalho e sair às ruas para dizer não à reforma trabalhista do governo ilegítimo de Temer. Para combater esta medida, que atende aos interesses dos empresários, a CUT apresentará um projeto substitutivo de lei cujos principais elementos são: a proteção do  trabalho e do emprego de qualidade; o combate à rotatividade no trabalho; a garantia de direitos iguais entre trabalhadores terceirizados e trabalhadores contratados diretamente pela empresa; a proibição da terceirização da atividade fim; a representação sindical no local de trabalho e o fortalecimento da negociação coletiva no setor privado e no setor público.

Neste grande dia de paralisação, a classe trabalhadora deverá também dizer que não aceita a reforma da Previdência proposta pelo governo ilegítimo de Temer, porque ela simplesmente acaba com a própria Previdência pública.  Jamais aceitaremos a elevação da idade mínima para 65 anos, nem o tempo de contribuição de 49 anos para receber o benefício integral da aposentadoria. Não aceitamos a mesma idade e condições para homens e mulheres aposentarem. Não aceitaremos também as mudanças nas regras da aposentadoria de trabalhadores/as rurais e dos professores/as. São medidas  injustas que aprofundarão a profunda desigualdade social já existente no país.

Não aceitamos esta reforma da Previdência, entre outros motivos, porque  a alegação de que há um rombo nas contas da previdência pública é falsa. Apoiamos  a criação de uma CPI e exigimos uma auditoria - com controle da sociedade -  das contas da Previdência para apurar quem são os sonegadores, quem são os beneficiários de  medidas de desoneração e por que o governo não destina à Seguridade Social o total de verbas previstas na Constituição.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Deodato 500 presidente do PT Fortaleza


Lançamento da candidatura Deodato Ramalho - Presidente do PT Fortaleza, dia 13, segunda, 18:30h, na sede do PT (Av. Universidade, 2189). Vem com a gente, com a garra da militância, por um PT de luta! #ForaTemer #NenhumDireitoAMenos #PTéOposiçao


quinta-feira, 9 de março de 2017

Mulheres no CE contra o desmonte da Previdência


Nesta quarta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, Fortaleza recebeu ato pelo fim da violência que atinge as mulheres e contra a reforma da previdência.

A paralisação, que teve concentração na Praça da Imprensa, reuniu cerca de 4 mil pessoas. A mobilização é organizada internacionalmente por movimentos sociais e ativistas feministas, para reivindicar políticas públicas e reforçar a luta por igualdade. A estimativa é que 55 países realizem ações de protesto.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Declaração da Marcha Mundial das Mulheres Internacional sobre o 8 de março 2017


Declaração da Marcha Mundial das Mulheres Internacional sobre o 8 de março 2017

Queridas companheiras, amigas, ativistas e lutadoras,

Nós, mulheres da Marcha Mundial das Mulheres, unimos nossas vozes para homenagear as lutas históricas e cheias de vigor das mulheres e dos movimentos feministas de todo o mundo.

Denunciamos o contexto político mundial, marcado pela crescente tomada de governos por parte de partidos de direita, que expressam ódio, racismo, misoginia, intolerância e demais formas de discriminação. Também enfrentamos a radicalização e o aprofundamento da violência militarista usada para controlar nossos territórios: corpos, mente, terra, água, bosques, conhecimento e inclusive nosso passado histórico, nosso presente e futuro retidos dentro do paradigma do patriarcado, do capitalismo neoliberal e do neocolonialismo. Ao mesmo tempo, o discurso do desenvolvimento perde sentido quando as elites políticas acumulam uma riqueza baseada na corrupção e impunidade, e quando as frágeis instituições nunca se dirigem aos povos.